Para Pseudo-bem-resolvidos
"Preciso admitir que a ambivalência é a nossa salvação, para não morrermos na poeira da mesmice. Também admito que seria mais fácil ser sempre o mesmo, seria mais doce levantar cada manhã sem conflito e morrer enfim sem jamais ter duvidado. Mas não é tão simples. Desculpem, mas não somos isso." Lya Luft, Histórias do Tempo.
Thanx, Carpe! :-)

6 Comments:
Então.
4:37 AM
bem, como chegar por aqui? te diria que o Rique é meu melhor amigo e depois de ler teu comment lá no AVMK, não poderia deixar de baixar aqui pra ler mais do que vi lá.
dizer que a surpresa foi boa é pouco. de uma tacada li tudo que deu tempo e o post sobre o bailão é uma pérola. há muito gostaria de ter dito tudo que está lá, palavra por palavra e hoje grato, vejo que você fez isso por todos nós.
quero ler mais depois... e voltar sempre. assim, que você me der um ok, queria também linkar o d.b.blog lá no planeta esbórnia...rs
abraço
alien
http://aliensampa.blogger.com.br/
p.s.: pra fechar com chave de ouro, tem a Lya que amo.
5:56 PM
Hahaha, acabei de passar por lá. O Locker Room do teu Blógui tá ducaraio! E avisa qual academia vc frequenta pra eu poder escolher uma outra, o mais longe possível. :-) Ah, pode colocar o link sim, claro.
1:29 AM
putz.. ambivalência sugere dois.. mas só dois? O que me perturba é a 'polivalência' irritante. Não no sentido de servir pra tudo, mas no de ser tanta coisa e, dessas tantas, poucas estarem ativas na hora certa e no lugar certo. Caso contrário, seria perfeito.
4:20 AM
E mais, teu comment no meu blog não só foi um ótimo complemento, como foi muito além do que eu mesmo pensei no momento (novamente).
Abraço
Rique
4:21 AM
Numa situação específica, pra mim, predomina o princípio da ambivalência mesmo. Um diabinho cochichando no ouvido esquerdo e um anjinho no direito. Quando deprimido, reajo ou afundo. Quando interessado, invisto ou observo. Quando apaixonado, me jogo ou recuo. Não sei quantos D*b*s resultam em 24 horas depois de combinar tantos sims e nãos. Ou como ouvi esses dias: todos contemos multidões. Talvez seja mesmo impossível controlar essas multidões. Mas e daí? Sempre teremos a chance de dizer um sim ou um não da próxima vez, na hora certa, no lugar certo.
Ok, meu amigo Luís vai dizer de novo que eu sou Pollyana. E vc deve estar pensando o mesmo. Não sem razão. :-)
2:03 AM
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