Por que não, D*b*?
Inteligente, maduro, franco, intenso, sensível, Masculino, divertidíssimo, apaixonado, apaixonante e com aquela carinha que dá vontade de cair de boca sempre, que dá vontade de apresentar pras irmãs, pras tias, pra família inteira... E tem mais, muito mais, mas em 2005 vou poupá-los dos detalhes sórdidos (será que eu consigo?). E só para arrematar, tudo vem zipadinho em 1,65m de altura. O que mais eu poderia querer?
Foi nesse intenso feriadão que nos reencontramos duas vezes, bêbados como nunca, no mesmo bat-local. Na primeira noite, só festa. Na segunda, veio a pergunta que não calou desde a primeira vez em que estivemos juntos, no ano passado: “Desculpa por te cobrar isso, mas tou muito bêbado, então, foda-se. Por que você nunca me procura depois? Por que não, D*b*?”
Colocar um cerebral libriano como D*b* contra a parede não é tarefa muito simples. Ele vai desconversar, mudar de assunto, sorrir ternamente, desarmá-lo e sair pela tangente. Afinal, a pressa é toda sua, ele (jura que) está muito bem como está. Por outro lado, essa é a única forma de arrancar dele uma resposta mais tangível, ou pelo menos fazê-lo parar de considerar tanto e tentar fincar os pés no chão.
Por que não, D*b*? No começo achei que fosse principalmente pelo medo de ferir mais uma vez os sentimentos alheios. Experiências anteriores fizeram-me pisar fundo no freio e isso no mínimo ajudou a recolocar meus próprios sentimentos nos eixos. Mas rapidamente percebi que vai ser necessária uma intensidade fora do comum pra quebrar a (momentânea?) indisposição para um novo relacionamento. Uma intensidade que não tem necessariamente a ver com a soma das inúmeras qualidades do outro, antes tivesse, nem com as expectativas exageradas que às vezes ingenuamente depositamos no outro, nem somente com a química do momento.
Essa intensidade pode ser criada com o convívio prolongado? Talvez, já vivi algo assim, fui feliz, mas isso faz muito tempo. Hoje percebo que ela é mais imediata, surge do nada como uma deliciosa lua de mel que, quem sabe um dia, pode virar amor. Então, foda-se. Fim de semana estarei em Porto Alegre, a cidade ferve com o Fórum Social Mundial e a minha agenda está recheada de festchênhas imperdíveis. E depois, Carnaval. Praia, baseado, cerveja e putaria. Que a Bruxa me prometeu coisa muito boa, mas só pro fim de fevereiro/começo de março. Mas também disse que até lá eu iria me divertir pra caralho. E eu, bom menino que sou, não vou desapontá-la. :-)

4 Comments:
Não sou nem de longe alguém indicado para falar de relacionamentos, mas minha impressão é que a gente tem fases de fechamento e abertura, e que as coisas acontecem nessas fases que nos abrimos, que buscamos alguma coisa mesmo. Se você está fechado, não adianta achar alguém super legal, a sua cara, etc. por que a química nem vai acontecer. Mas acho que de repente essa fase pode estar chegando ao fim, pelo próprio fato da pergunta "por que não".
komentarista.zip.net
5:59 PM
D*b*, meu eu queria ser assim porra loca, zoar, curtir, beber, transar sem compromissi e sem culpa, tudo isso sem me sentir o mais errado dos homens, mas eu nem consigo, quero, adoraria, mas não é a minha....
ainda sou certinho demais, embora sei que não sou tanto...é mais como me vejo....mas um dia saio da linha..hehehe....bjs
9:03 PM
Essa bruxa arruma um amor puro e verdadeiro ou só prevê?bjs
1:11 AM
adorei essa coisa do zipado sabe?!
idman
www.denso.blogger.com.br
6:01 PM
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